Testemunhos Comentários publicados

Marina dos Santos


Comprei a vossa revista, o número 7 e quero deixar aqui o meu contributo.
Grande naipe de autores, excelentes artigos, desde os científicos às crónicas.
A Revista tem um excelente design, apelativo, moderno e versátil.
Destaca-se pela originalidade e pela preocupação ambiental.
Desejo que continuem com este excelentre trabalho!
E eu vou acompanhá-los a partir de agora.
Marina dos Santos

13-Jun-2012
 


Ana Costa Santos- Gestora de Recursos Humanos

" Quero dar os meus Parabéns, pela Revista Psicologia na Actualidade, continuem o excelente trabalho de divulgar de uma forma instrutiva os Recursos Humanos, mantendo o rigor da linguagem científica.



Os Recursos Humanos ganharam uma excelente revista que acompanha o que é importante.



Recomendo vivamente esta Revista a todos os gestores de recursos humanos, alunos e os demais interessados.



Parabéns e continuem por muitos e excelentes anos! ".



Ana Costa Santos

18-May-2012
 


Professora Margarida Piteira

" Parabéns!

A Psicologia na Actualidade tem vindo a marcar a diferença na produção/divulgação científica na nossa nova realidade.

Um grande BEM HAJA a toda a equipa ".

Longevidade e muito sucesso são os meus desejos."
Margarida Piteira

18-May-2012
 


Professora Miriam Rodrigues

" Além de ser uma literatura extremamente agradável, a Revista Psicologia na Actualidade proporciona o aprofundamento de nosso conhecimento e reflexões sobre importantes temas do cotidiano, seja no aspecto pessoal, seja no aspecto profissional.
Leitura indispensável para quem deseja se manter atualizado e conhecer novos pontos de vista sobre uma gama variada de assuntos."

Míriam Rodrigues (Universidade Presbiteriana Mackenzie e Business School SP - Brazil)

18-May-2012
 


Drº Diogo Gonçalves


" A Revista Psicologia na Actualidade veio preencher um espaço e colmatar uma lacuna. Um espaço de diálogo e divulgação da Psicologia em Portugal.
Uma lacuna de comunicação das aplicações da Psicologia, para além das paredes do consultório clínico."
Parabéns!
Diogo Gonçalves

18-May-2012
 


Professor Fernando Cardoso de Sousa

" Por a Psicologia a concorrer com as revistas de negócios e as cor-de-rosa não é fácil. Mas esta equipa tem conseguido provar, ao longo do ano que ora termina, que tal é possível.

Que a Psicologia contém motivos suficientes de interesse capazes de agradar a um público diversificado mas exigente, em termos da qualidade do que lê.

E nós, autores, habituados a escrever para revistas científicas, lidas num círculo muito fechado de interesses, vê-mo-nos assim desafiados a conseguir agradar a um público menos especializado mas que gosta de aprender das coisas que nos fascinam.

A Psicologia agradece o vosso esforço e, pelos vistos, o público também ".

Fernando Cardoso de Sousa

18-May-2012
 


Dra Catarina Rodrigues-Psicóloga Clínica

" Creio que a Revista Psicologia na Actualidade tem um objectivo difícil e de grande mérito, que é o de tornar acessível e interessante para o grande público o conhecimento sobre o qual versa a Psicologia e numa pluralidade de linguagens e de perspectivas que a torna única no seu universo!
Suscitar a curiosidade e manter uma linguagem científica é uma arte que a Revista exige dos seus colaboradores! Um ano volvido, digam os leitores o que sentem e em que é que os artigos que dão corpo a esta Revista os tem feito pensar e crescer! Deixo apenas uma sugestão: que se estimule mais a interacção com os leitores, mesmo que por via das redes sociais. Creio que uma interacção mais viva entre os autores e os leitores pode suscitar maior crescimento mútuo e, quem sabe, conduzir a artigos nascentes desse diálogo! Afinal, ser Psicologia na Actualidade é precisamente deixar o altar da linguagem científica muitas vezes sentida como distante e trazê-la para o diálogo com o público interessado num confronto de ideias e de perspectivas que, sem perder a qualidade e a cientificidade, só pode ser enriquecedor para todos.
Parabéns!
Um beijinho para toda a equipa!"
Catarina Rodrigues

18-May-2012
 


Professor Doutor Góis Horácio

Enorme abraço de PARABÉNS, pela ideia, pelas convicções, pelo
inconformismo e principalmente um grande obrigado, por me envolverem neste projecto, que já é uma referencia em Portugal e certamente será também em breve noutras demandas em que a ciência se perfile pela qualidade.

Um grande abraço,
Góis Horácio

30-Apr-2012
 


Dra Cristina Pina e Cunha

Partilhar o conhecimento acumulado sobre os processos mentais e o comportamento dos Homens é ingressar numa viagem aos quatro cantos da alma humana e do mundo das organizações… num processo dialético, sistemático, sem retorno.
Criar no leitor o desejo de Saber, é uma arte que não está ao alcance de todos… e um serviço à Comunidade!

O 1º aniversário…de tantos outros que se seguirão…com a sensação de dever cumprido e sentido de Missão.
Dra Cristina Pina e Cunha
Directora Executiva do Colédio S.Franscisco de Assis

30-Apr-2012
 


Professora Doutora Maria da Graça Pereira

"Parabéns à revista Psicologia na Actualidade pelo seu primeiro ano de existência!
È sem dúvida uma revista que conseguiu concretizar um desafio científico e educativo com criatividade reunindo um cluster de tópicos em varias áreas da Psicologia.
Passou um ano e o compromisso com a Psicologia está a distância de um clique...
A Psicologia no século XXI exige que se aproveitem os novos recursos tecnológicos que a sociedade proporciona e integre os avanços da ciência e a colaboração de vários ramos do saber em equipas multidisciplinares nos cuidados de saúde, nas escolas e nas organizações para que a Psicologia se torne mais relevante que nunca para os cidadãos! A Revista Psicologia na Actualidade insere-se nesta linha pretendendo responder à diversidade de leitores tornando a Psicologia numa ferramenta útil simultaneamente teórica e prática.

A equipa editorial e científica esta de parabéns pela possibilidade de afirmação da Psicologia na sociedade portuguesa e por ter abraçado esta oportunidade de, em conjunto, reflectir sobre os temas actuais e prementes da nossa sociedade.
Votos de muitos anos de vida e amigos também!

M.Graça Pereira
Professora Associada na UMinho






30-Apr-2012
 


Professor Doutor Jorge Gomes



"Psicologia é uma ciência fundamental e aplicada com 150 anos de história,desde que o primeiro laboratório foi fundado na Alemanha por um dos pais desta ciência, W. Wundt. Apesar da sua relativa jovialidade, quando comparada com outras ciências, a psicologia entrou definitivamente no imaginário colectivo da sociedade, e tem já um espaço próprio de actuação,não apenas ao nível de indivíduos e grupos, mas também ao nível de organizações humanas mais complexas. Em Portugal, a ciência tem feito notáveis progressos apenas nos últimos 50-60 anos, todavia recuperando neste espaço de tempo o atraso relativamenteao seu progresso em outros países. Para isso muito tem contribuído o trabalho de uma legião de psicólogos, recentemente reunidos sob um interessecomum corporizado numa ordem profissional.
A revista Psicologia na Actualidade insere-se neste movimento crescente demostrar a capacidade que a ciência psicológica tem em melhorar não apenas avida das pessoas, mas também a vida nas e das organizações onde vivem e trabalham as pessoas. O nascimento da revista cumpre com este número 1 ano de idade. Um ano em que foram mostrados vários trabalhos que ilustram deforma pungente a força da psicologia em Portugal, assim como a variedade de intervenções e de sectores da sociedade onde pode introduzir melhorias epropor desenvolvimentos.
Faltavam revistas na área. Faltava uma voz para a ciência produzida pelos psicólogos, que chegasse não apenas à comunidade científica, mas também às outras comunidades. Faltava revelar quão diversa a ciência psicológica pode ser.
A Psicologia na Actualidade veio contribuir para minimizar estas faltas.
Parabéns."
1º Aniversário da Revista Psicologia na Actualidade
Professor Doutor Jorge Gomes
Professor Associado no ISEG

27-Apr-2012
 


Partner da Blink Consulting Drº Pedro Antão

"Há um ano atrás, o mundo das publicações ditas especialistas na área das "diversas psicologias" assistia ao nascimento de mais um dos seus projetos, a "Psicologia na Actualidade". Sempre que um momento destes acontece, as questões são sempre mais que muitas...as do costume! Volvido 1 ano e muito trabalho desenvolvido, assistimos hoje ao desenvolvimento de uma revista com maturidade crescente, que consegue juntar o melhor de 2 mundos muitas vezes vistos como inconciliáveis - o mundo da academia e o mundo das organizações. Está pois toda a equipa editorial da Psicologia na actualidade de parabéns. Continuem a construir as "pontes", a potenciar superiores níveis de entendimento e colaboração entre a academia (a teoria) e as organizações (a prática). Todos nós que por aqui andamos neste vasto mundo da "gestão das relações humanas" agradecemos. Parabéns! "
1º Aniversário da Revista Psicologia na Actualidade
Drº Pedro Antão
Partner da Blink Consulting

27-Apr-2012
 


Professor Luis Martinez

COMENTÁRIO enviado do Professor Luis Martinez sobre o 1º ANIVERSÁRIO da Revista Psicologia na Actualidade:

"A revista Psicologia na Actualidade, que atinge agora o seu primeiro ano de existência, é já um periódico de referência no panorama editorial português. Ao englobar artigos de todas as áreas da Psicologia (desde a Clínica às Organizações), apela a um público vasto, que sabiamente tem conseguido cativar. Os artigos de divulgação, sintéticos e incisivos, têm contribuído para prestigiar o campo científico da Psicologia junto do público em geral. A opção pelo formato digital mostra igualmente uma preocupação com a sustentabilidade ambiental e uma compreensão do potencial das novas tecnologias nos media. Tem sido para mim um enorme prazer colaborar neste projeto. Desejo a toda a equipa a continuação de muito sucesso. Parabéns!"
1º Aniversário da Revista Psicologia na Actualidade
Professor Luis Martinez

27-Apr-2012
 


Dra Patrícia Santos

"Numa época em que a psicologia e as novas tecnologias têm um papel merecidamente de destaque nas nossas vidas, a Psicologia na Actualidade veio revolucionar ambas as áreas. Agora com o 6º número publicado on-line e um ano de existência, já se tornou sem dúvida uma referência para quem lê periodicamente artigos de grande qualidade, quer cientifica quer prática. Parabéns & Agradecimentos!"
1º Aniversário da Revista Psicologia na Actualidade
Dra Patrícia Santos
Directora Clínica do Esca

27-Apr-2012
 


Professor Silvio Brito

"A Psicologia Na Actualidade ajuda-nos a imaginar o Mundo como deveria ser,tanto na Actualidade como no Futuro, onde uma diversidade de conhecimentos

e experiencias são partilhados, de forma a constituírem propostas sãs para oposicionamento de cada mesmidade na aventura que é a Vida Humana, nas suas diferentes dimensões, e ao longo do Tempo."
Sobre o 1º Aniversário da Revista Psicologia na Actualidade
Professor Silvio Brito
Instituto Politécnico de Tomar

27-Apr-2012
 


Ana Soares da Silva

Como manter os colaboradores numa organização? Dra Seomara Velez

Gostei muito do artigo da Dra Seomara Velez,porque espelha de uma forma clara e objectiva o que é necessário para que as pessaos se mantenham numa organização e nem sempre são os factores renumeratórios a terem um peso maior na decisão do colaborador.
O fortalecimento das relações dentro das organizações são vitais para o desempenho e para a produtividade.
Gostei muito!

09-Apr-2012
 


Maria Luisa Sarmento

Sou vossa assinante e deixo aqui neste espaço o meu apoio a toda a equipa da Revista Psicologia na Actualidade.
Os vossos artigos são muito bons, com rigor e cientificidade.Têm crónicas excelentes,nomeadamente a do Juíz José Eduardo Sapteiro, Professor José Manuel Fonseca e do ensaísta António Rodrigues.
Dos artigos científicos, gosto muito do Professor Coimbra de Matos,Professor Orlindo Gouveia Pereira,Professor Pais Ribeiro,Professora Maria da Graça Pereira,Professor Félix Neto,Drº Nuno Nodin, Dra Paula Barbosa,Drº Pedro Frazão,Dra Teresa Paula Marques,Dra Vera Nunes,Dra Margarida Piteira,Dra Teresa Pereira Esteves,Dra Isabel Leal,Professor Jorge Gomes,Professor César Madureira,Professora Margarida Gaspar de Matos,Professor Góis Horácio e muitos outros...
Quero desde já agradecer a toda a equipa pela qualidade dos artigos e dos autores!

04-Apr-2012
 


António Pereira Telmo

Adquiri a semana passada o vossa Revista e gostei muito dos artigos da Professora Margarida Piteira, do Professor Félix Neto e do Professor José Manuel Fonseca.

Continuem...Parabéns a toda a equipa!

31-Mar-2012
 


Maria João Neves

Não pude de deixar aqui um comentário!
Gosto muito da vossa Revista e gostei de vos ver ontem no III Congresso Internacional da Criança e do Adolescente.
Parabéns e votos de continuação de um excelente projecto!

29-Mar-2012
 


Mariana Costa Pereira

Todos José Manuel Fonseca

Gosto de todos as crónicas do Professor José Manuel Fonseca.

Com as suas críticas acutilantes e pertinentes,escreve de uma forma fluída e inteligente em relação ao estado do País e das coisas em geral.

É um escritor nato, quem foi aluna dele sabe muito bem que este é um grande senhor e um orador de excelência.

Gosto muito da Revista Psicologia na Actualidade porque tem temas de diferentes áreas.

22-Mar-2012
 


António Rodrigues

Não resisti a fazer este comentário.Sou assinante da vossa Revista e simplesmente não perco um número.Parabéns a toda a equipa e desejo que continuem a fazer este trabalho gigante por um valor simbólico.
É mesmo amor à camisola.


Eu por cá continuo a ler e a divulgar este projecto como se fosse também meu!


Podem contar comigo.Um abraço a toda a equipa.

21-Mar-2012
 


Luis Mendes

Comprei os vossos 5 números que já sairam e desejo-vos muita sorte para este projecto que já fazia falta em Portugal, com esta dimensão!Vou recomendar a vossa Revista sempre!

Têm grandes autores,grandes senhores e senhoras da Psicologia, a comissão científica é excelente.Os temas são actuais e pertinentes.Gosto muito dos artigos do Professor Orlindo Gouveia Pereira, António Coimbra de Matos,Isabel Leal, Jorge Gomes, das crónicas do Juíz Eduardo Sapateiro,do Nuno Nodin, do José Manuel Fonseca e muitos outros...

Continuem!

21-Mar-2012
 


Ana Sofia Pais

Sou assinante da revista e quero agradecer a toda a equipa pelo presente que nos deram a nós estudantes desta área.Tenho falado com as minhas colegas sobre a Revista.Os vossos artigos já me ajudaram na elaboração de trabalhos individuais e em trabalhos de grupo.Têm excelentes autores, os artigos são muito diferenciados ao nível das temáticas e simplesmente acho fantástico este projecto.


Continuem a dignificar esta área e sem margens de dúvidas vou acompanhar este projecto como se fosseu meu!Parabéns a todos,são os meus votos sinceros!

21-Mar-2012
 


Ana Sousa Cardoso

Título do Artigo Autor

Sou vossa assinante da revista e simplesmente estou impressionada, já li o quarto número da Revista todo e vou comprar os anteriores...DIVERSIFICADO,EXCELENTES AUTORES,BONS ARTIGOS E UM GRAFISMO MUITO MODERNO.PARABÉNS!

04-Feb-2012
 


António Sousa

Título do Artigo Autor

Tenho acompanhado o vosso trabalho desde que foi lançado com a 1ª Revista Digital em Portugal. Já li os 3 números, estou neste momento ainda a ler o 4 número e estou a adorar. Os artigos são excelentes, adorei o grafismo da revista! Desejo que este projecto continue! Os meus parabéns a todos que estão neste projecto e fico à espera do 5º número.

10-Jan-2012
 


Cristina Sousa de Medeiros

Título do Artigo Autor

Venho a este espaço,dar os parabéns a esta iniciativa.Comprei a revista em dezembro de 2011 e estou a gostar imenso do vosso trabalho editoral. Os artigos são diversificados e muito bons. Parabéns por esta INICIATIVA.Já fazia falta um projecto desta natureza em Portugal. Preencheram uma grande lacuna que nós os profissionais de saúde não tinhamos acesso. Obrigada e votos de continuação de um bom trabalho!

10-Jan-2012
 


Ana Isabel Branco

Violências Advogada Dra Isabel Alexandre

Gostei muito deste artigo, que retrata a violência que as mulheres ainda sofrem em pleno século XXI.
As limitações legais que existem e o fosso existente entre o meio judicial e os profissionais de saúde.
Estamos ainda muito longe de ter um sistema que proteja as mulheres,os homens e as crianças deste tipo de violência.
Quero acrescentar que gosto muito da revista, devido à diversidade de artigos.
Parabéns aos editores!
Este projecto veio preencher uma lacuna no mercado.

10-Jan-2012
 


Carolina Gomes

Ansiedade: uma questão de vida ou morte David Neto

Curiosa, a perspectiva do autor ao afirmar que todas as características que são específicas ao ser humano, só foram possíveis surgir, depois do medo. O medo que tantas vezes é sentido como um factor inibidor, que impede a acção, o desenvolvimento e o próprio crescimento do sujeito, foi, no fundo, o que nos permitiu ser hoje aquilo que somos. Destemidos, seríamos presas fáceis e imprudentes face aos predadores da selva urbana. O medo pode ser, assim, um importante motivador ou inibidor da acção. Pode impelir coragem e inspirar o desafio ou servir simplesmente de base para o evitamento. Face ao medo podemos mobilizar mecanismos antagónicos, por um lado a luta, por outro, o evitamento, a não acção. E é tão natural a fuga como o medo, basta pensarmos em como fugimos de tudo o que nos dói e faz sofrer. E essa escolha inconsciente dá-se também de acordo com a percepção que o sujeito tem de si mesmo, de acordo com a sua confiança básica. O tema é actual e pertinente pois todos nós, numa ou outra situação, já sentimos medo, sabemos o que é a ansiedade e já nos deixamos invadir por ela. Deve, então, a nossa busca centrar-se na procura do equilíbrio e manutenção do mesmo, pois se por um lado a ansiedade nos prepara, deixando-nos alerta, por outro, pode ser um factor desorganizador do sujeito, se for desproporcionada. Se por um lado não nos devemos deixar invadir patologicamente pela ansiedade, por outro não podemos viver sem este tipo de resposta, pelo que, quando a ansiedade toma o controlo, a terapia assume-se como uma ferramenta essencial, auxiliando o sujeito por percursos sinuosos, integrando este tipo de resposta no seu funcionamento e contribuindo para uma mudança na percepção de si, o que irá permitir o desenvolvimento gradual da capacidade de enfrentar o objecto/situação temida, não abrindo espaço ao evitamento.

27-Sep-2011
 


Isabel Alexandra Lourenço de Almeida

Solidão, Solidariedade e Desenvolvimento José L. Pais Ribeiro

Este artigo suscitou o meu especial interesse, na medida em que, enquanto estudante de Psicologia tive oportunidade de aprofundar os meus conhecimentos sobre o processo de envelhecimento humano numa Unidade Curricular na Faculdade (FPUL). O autor manifesta a sua opinião favorável à criação de condições para um processo de envelhecimento activo, posição esta com a qual me identifico, ao nível teórico, e que é também seguida por Rocio Fernandez-Ballesteros, no país vizinho. Urge, pois,promover o envelhecimento saudável, melhorando alimentação, promovendo a pratica regular de exercicio físico adequado a cada indivíduo. Conforme o autor destacou, são importantes as redes de suporte social. Pessoalmente, creio também ser de extrema relevância desenvolver meios de formação de cuidadores formais e informais de idosos, não olvidando estruturas de voluntariado ou serviço social que permitam libertar temporariamente cuidadores informais, o que redundaria numa prevenção do chamado Stress do Cuidador, que pode, por vezes, precipitar situações que atingem a fronteira dos maus tratos a idosos.

11-Aug-2011
 


Carolina Gomes

A história do sedutor errante Orlindo Gouveia Pereira

A história que nos é contada por Orlindo Gouveia Pereira é a de um sedutor errante, que cresceu ao Deus dará. Facilmente percebemos que crescer ao Deus dará é crescer onde não existe a linguagem dos afectos. Esta foi substituída pela comunicação erótica, onde o nosso sedutor cedo se apercebe que é desta forma que se pode ligar ao outro. Para quem lê, pode ser com choque que se confronta com os meandros da prostituição, toxicodependência e do incesto, mas para quem seduz, é a forma de se vincular a um mundo que, para si, é o único real. De que outra forma poderia relacionar-se? Não conhecendo outra, seduz. Permanece errante, perdido, sem rumo. Esta história, serve-nos também de mote para que possamos reflectir acerca de todas as histórias, do mito e do factual, do real e do confabulatório, sem que nunca nos esqueçamos que mesmo delirante, confabulatória ou mágica aquela é a realidade que o sujeito nos apresenta. Aquela é a sua realidade.

10-Aug-2011
 


Laura

"O estigma dos psicofármacos" Pedro Varandas

Enquanto iniciada no estudo da psicologia, considero que este artigo chama à atenção para uma questão pertinente, a da existência do preconceito no que diz respeito à toma de antidepressivos. Agradeço por isso ao autor! Contudo, o mesmo faz transparecer a ideia de que o assunto é linear, o que não me parece real.



Adorei todos os artigos, parabéns aos responsáveis pelo lançamento da revista!

26-Jul-2011
 


Leonor Brito

As redes sociais que evitam o H1N1 e o contato humano Professor José Manuel Fonseca


Levanta questionamentos perspicazes sobre as redes sociais, como as “vantagens” da sua utilização em detrimento do contato pessoal. Gostei particularmente do tom irónico que o autor empresta à sua escrita: com apurado sentido de humor desenha o comum utilizador das redes sociais, não esquecendo de se incluir a si próprio nesse grupo. Ótima reflexão!

20-Jul-2011
 


Leonor Brito

As redes sociais que evitam o HN1 e o contacto humano Professor José Manuel Fonseca


Parabéns ao Professor José Manuel Fonseca pelo seu artigo: "As redes sociais que evitam o HN1 e o contacto humano.

Abordou um tema bastante atual e merecedor de particular atenção, principalmente numa perspetiva socio educativa.

Este artigo prima por apresentar.

20-Jul-2011
 


Ana Nunes da Silva

O estigam dos psicofarmacos Dr Pedro Varandas

Começo por referir que os estigmas apontados pelo Dr. Pedro Varandas são muitas vezes apontados pelos pacientes e fomentados pela população em geral. Principalmente a ideia de quem tem que tomar um antidepressivo “é fraco”. Parece-me que a situação até será prévia “quem tem uma depressão é fraco”, mas isso seria um outro tema a discutir… Contudo, também existe o outro lado da moeda que é por um lado a sensação de que pode ser mais fácil tomar um comprimido e “tudo passa” e por outro, o facilitismo com que se prescrevem anti-depressivos, ansiolíticos e afins. Ainda recentemente foi apresentado um relatório em que o Estado Português gastou cerca de 1.5 mil milhões em psicofarmacos! É muito? Estaremos assim tão necessitados de “psico”medicação? Parece-me importante enquadrar – que tipo de medicação? Com que tipo de doentes? Temos mais utentes psicóticos? Temos mais utentes com ansiedade e depressão? Somos os mesmos mais medicados?... Não pretendo iniciar uma dissertação sobre fármacos vs psicoterapia, porque como os colegas saberão, muitas vezes, e a investigação aponta nesse sentido, eles coexistem e permitem em interacção uma melhoria na qualidade de vida do utente. Para além disso é importante diferenciar entre o tipo de perturbação/dificuldade que é apresentada pelo paciente e a adequação do psicofarmaco. Não é incomum chegar-nos um jovem à consulta de psicologia, que descreve crises de ansiedade há cerca de 4 anos e foi medicado pelo médico de família e agora a “coisa está pior” e vêm ao psicólogo como “último recurso”. Não seria importante ter tido algum apoio inicial para além da medicação? Não teria isso permitido a diminuição do recurso a medicação? Sim usar, mas com conta peso e medida. Para além disso, os utentes a quem são prescritos psicofarmacos não deveriam ser mais acompanhados? Acompanhados no sentido de se ir avaliando e não apenas prescrever e “volte daqui a 4 meses se a minha agenda assim permitir”? Concordo com as palavras do Dr. Pedro, e peço desde já desculpa porque falo de psicofarmacos da perspectiva de uma psicóloga clínica/psicoterapeuta, mas penso que nos compete a nós “destigmatizarmos”, sendo mais competentes e olhando para as necessidades reais dos pacientes. Porque sim, é preciso deitar abaixo o estigma dos psicofarmacos, mas ainda não deitamos a baixo o estigma do que é ser um “doente mental”.

16-Jul-2011
 


Beatriz Fernandes

Psicologia e Tribunais Juíz José Eduardo Sapateiro

Adorei a iniciativa e os artigos da revista
Parabéns aos responsáveis por este projecto.
Em especial este artigo deu-me a visão de um Juiz sobre a Psicologia.
A forma da escrita era fluente, muito crítica e rica em sentido.
De uma forma brilhante espelha os sentimentos e as emoções de quem entra num Tribunal à espera que acreditem em si, à procura da justiça possível.
Onde o Juíz se espelha como um conhecedor de almas ou pelo menos tenta-o fazer.
Vi neste artigo que a Justiça e a Psicologia deviam andar de braços dados.

05-Jul-2011
 


ana matias

A história do sedutor errante Professor Orlindo Gouveia Pereira

Antes de mais parabéns à revista.
Adorei todos os artigos.
Mas gostei da história clínica do Professor Orlindo Gouveia Pereira.
Ao lê-la vivi intensamente toda a história daquele rapaz duma forma real, como se fosse uma espectadora de 1ª fila.
Fez-me olhar para as pessoas de forma diferente, cada pessoa é um universo cheio de histórias, umas que nos fazem rir, outras chorar,outras que nos colocam na nossa dimensão tão pequena e tão grande ao mesmo tempo.
Na verdade cada pessoa tem uma história diferente, tem realidades diferentes onde o comum é simplesmente a humanidade, de resto tão longe uma das outras.
Por outro lado, como estudante de psicologia era excelente termos mais aulas práticas, para estarmos perto da realidade, mais perto de ser pessoa, mais perto de poder vir a exercer esta profissão duma forma digna.

04-Jul-2011
 


Filipa

"O estigma dos psicofármacos" Pedro Varandas

Relativamente a este artigo, concordo em parte com o ponto de vista do autor quando este refere os exemplos de preconceitos do senso-comum. No entanto, há uns aspectos relacionados que me preocupam e que não são abordados, nomeadamente: a qualidade dos psicofármacos e a administração dos mesmos. No que concerne ao primeiro, sabe-se da existência de medicamentos falsificados na UE (e creio ser extensível aos psicofármacos). Logo aí se colocam várias questões, como por exemplo: gastar dinheiro num medicamento que não faz absolutamente nada, ou pior, tem alguma consequência nociva. No que consta à administração de psicofármacos, o temido é a sua banalização, que seguramente traz consequências negativas para a saúde individual e pública. O que pretendo neste comentário é apenas alertar para mais dimensões que têm o seu peso na análise complexa do assunto dos psicofármacos. Parabéns pela revista, pelos artigos e para os especialistas.

28-Jun-2011
 




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